Mostrar mensagens com a etiqueta Banda da Incrível. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Banda da Incrível. Mostrar todas as mensagens

17/11/18

O Concerto de Homenagem e as Palavras de Orlando...

A 16 de Março de 1991 a Banda da Incrível Almadense, sob a direcção do maestro António Gonçalves promoveu um Concerto de Homenagem a António Henriques (de Almeida), o músico, historiador e o sócio honorário e de Mérito da Incrível.

Orlando Laranjeiro apresentou o espectáculo e escreveu o seguinte na parte detrás do  programa:


«Ao sermos convidados para aqui estar, e apesar das nossas limitações pensámos em escrever uma intervenção longa, de harmonia com um acto que se reveste de uma homenagem a um homem como o António Henriques.
Não é um poucos minutos que se pode falar de António Henriques, da Incrível e de tantos Incríveis, de grande envergadura associativa. 
Mas como desejamos e esperamos que o António Henriques continue por muitos anos na nossa companhia, guardaremos a oportunidade para a grande festa que se há de fazer, quando conseguirmos aquilo que ele e todos nós Incríveis ambicionamos. 
Por essa razão falaremos apenas o indispensável do muito que um dia terá de ser dito.»

Pensamos que este dia grande, de que o Orlando falava, seria a apresentação do primeiro volume da História da Incrível, da sua autoria ("A Incrível no Limiar dos 150 Anos".

27/10/15

A Ti Te Devo, "Incrível"!


Uma das coisas mais bonitas que António Henriques escreveu foi o conto autobiográfico, "A Ti Te Devo, Incrível", premiado nos III Jogos Florais da Incrível (1965) e publicado no boletim "O Incrível" de 1 de Outubro de 1967.

Luís Milheiro organizou um caderno com esta história e  na sua Nota de Abertura abre um pouco o véu: «[...] E começa de uma forma sublime, com António a recuar no tempo, a olhar-se ao espelho e a descobrir o menino frágil, de olhar triste, que da janela da sua casa, na Rua de Oliveira (hoje Rua Comandante António Feio), escutava com atenção alguns jovens operários que passavam, que no meio das suas conversas soltavam a palavra mágica: INCRÍVEL. O mesmo menino que numa tarde de Agosto, com os seus dez anos, se resolve aventurar e conhecer a tal Sociedade Filarmónica, "Incrível", que tanto o fazia sonhar [...].»

14/07/15

O Amor Incrível de António Henriques


António Henriques quando começou a frequentar a Escola de Música da Incrível, não era obrigatório ser sócio da Incrível Almadense. Aliás, durante alguns existiu a categoria do "Músico Associado", que estava isento do pagamento de quotas.


Mas mal lhe foi possível, tornou-se associado da sua Incrível. Foi o que aconteceu a 13 de Setembro de 1932, como se pode comprovar pela sua ficha de inscrição aprovada pela direcção de então da S.F.I.A., que devia apresentar no gabinete da direcção juntamente com duas fotografias e 15 tostões, para formalizar todo o processo...

22/06/15

A Cerimónia de Abertura das Comemorações do Centenário


A Cerimónia de Abertura das Comemorações do Centenário de António Henriques decorreu da melhor maneira, na tarde de sábado, 20 de Junho, no Salão de Festas da Incrível Almadense.
A sessão apresentada por Luís Milheiro, um dos autores da biografia de António Henriques, lançada durante a tarde, juntamente com um cd, também editado em sua homenagem - com uma canção, um fado ("O Fado Incrível") e um poema, com letras de Orlando Laranjeiro (que apresentou a biografia) músicas de João Fernando e interpretados por Luísa Basto -, iniciou-se com a actuação do quarteto de saxofones da Banda da Incrível (o instrumento de sempre de António Henriques como músico Incrível...).


Seguiu-se o Cénico da Incrível Almadense (Francisco, Mara e Margarida), que declamou três poemas da autoria de António Henriques.
Depois foi a vez de Orlando Laranjeiro fazer a apresentação da biografia de António Henriques, enaltecendo o papel deste grande associativista almadense no seio da Incrível e na Vila de Almada e agradecendo aos autores e amigos a honra de ter escrito o prefácio da obra e fazer a sua apresentação pública.


Após a intervenção de Orlando foi formada a Mesa de Honra composta por Joaquim Judas (presidente da Câmara Municipal de Almada), António Matos (vereador da Cultura da Câmara Municipal de Almada), José Luís Tavares (presidente da direcção da Incrível Almadense), Jorge Rocha (representante da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto) e Carlos Guilherme Sanches de Almeida, numa tripla função: co-autor da obra, membro da comissão executiva das Comemorações e filho de António Henriques.


Após as intervenções dos membros da mesa, a Cerimónia de Abertura das Comemorações foi encerrada com a bonita voz de Luísa Basto, acompanhada à guitarra de Manuel Gomes e à viola de Fernando Gomes. Foi bonito escutar pela primeira vez, ao vivo, no Salão de Festas da Incrível, o "Fado da Incrível". E não podemos deixar de focar a sua excelente interpretação de "Povo que Lavas no Rio", fado popularizado por Amália Rodrigues.
A festa de homenagem a António Henriques não podia ter fechado de melhor maneira.