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07/08/19

Hoje é Dia de Recordar e de Festejar


Porque hoje é dia de recordar e de festejar mais um aniversário de António Henriques, publicamos um poema de Luís Alves Milheiro, escrito em sua homenagem:


António, Um Homem Incrível
  
António, olho para ti como a Alma Incrível
O Homem que fez com que tudo seja possível.

O músico da banda do brilho e glória
O dirigente da excelsa memória
A voz exaltante da nossa história.
O melhor exemplo desta paixão
Que nos enche e irradia o coração
E faz com que nunca digamos, não,
À nossa Incrível, casa de fraternidade
Farta em rostos que irradiam amizade
E onde sempre se respirou liberdade.

António estás sempre presente na Incrível
És o único que permanece insubstituível.



(Fotografia de Clara Mestre - Luís Milheiro e Carlos Guilherme, filho de António Henriques, na sede da SCALA)

26/03/17

A Incrível, Romeu Correia e António Henriques


A USALMA organizou o "1º Percurso do Roteiro Literário de Romeu Correia" na tarde de 23 de Março que incluiu a passagem pela Biblioteca e Espaço Museológico da Incrível, com uma pequena pausa para se falar da história da Incrível, que teve obrigatoriamente que incluir o seu grande historiador, António Henriques. E foi por isso que o seu nome foi falado tantas vezes, quer pelos "cicerones" da Incrível, Carlos Guilheme e Luís Milheiro, autores da sua biografia, quer pela professora Edite Condeixa, uma das dinamizadores destes roteiros.

Estiverem em exposição os catorze livros da história da Incrível, oito da sua autoria com os restantes seis, que também têm nas suas páginas a sua "memória".

Foi bom recordar Romeu Correia e não esquecer António Henriques.

(Fotografia de Luís Eme)

03/04/16

A Biografia de António Henriques na Imprensa Regional


No dia 1 de Abril saiu uma nota de leitura de José do Carmo Francisco nas páginas da "Gazeta das Caldas", semanário das Caldas da Rainha, que publicamos com a devida vénia.

27/10/15

A Ti Te Devo, "Incrível"!


Uma das coisas mais bonitas que António Henriques escreveu foi o conto autobiográfico, "A Ti Te Devo, Incrível", premiado nos III Jogos Florais da Incrível (1965) e publicado no boletim "O Incrível" de 1 de Outubro de 1967.

Luís Milheiro organizou um caderno com esta história e  na sua Nota de Abertura abre um pouco o véu: «[...] E começa de uma forma sublime, com António a recuar no tempo, a olhar-se ao espelho e a descobrir o menino frágil, de olhar triste, que da janela da sua casa, na Rua de Oliveira (hoje Rua Comandante António Feio), escutava com atenção alguns jovens operários que passavam, que no meio das suas conversas soltavam a palavra mágica: INCRÍVEL. O mesmo menino que numa tarde de Agosto, com os seus dez anos, se resolve aventurar e conhecer a tal Sociedade Filarmónica, "Incrível", que tanto o fazia sonhar [...].»

24/10/15

A Placa de Homenagem a António Henriques


Poucos minutos depois da 15.30 horas, a placa de homenagem a António Henriques foi descerrada, perante os aplausos dos presentes.


Foi dito pelo presidente da direcção da Incrível, houve alguém que teve a ideia, e depois houve cem sócios que se associaram à iniciativa, de uma forma simbólica por se tratar da Comemoração do Centenário do Nascimento de António Henriques.

Mas como esse alguém tem nome, é Luís Milheiro, que não só teve a ideia como andou atrás dos associados da Incrível para chegar ao "número mágico": 100.  E como somos gratos.

Obrigado, Luís!


17/10/15

O "Teatro para o António"


“Explicação aos Pássaros”

Estes dois quadros teatrais foram escritos apenas com um intuito: homenagear António Henriques num espectáculo que a Comissão Organizadora do Centenário tinha agendado para a tarde de 7 de Novembro, com poesia, teatro e música, com o apoio de várias pessoas da Incrível e também da SCALA.
Já quase no final de Setembro fomos forçados a cancelar o espectáculo, devido à falta de disponibilidade do Cénico Incrível Almadense (envolvido na Mostra de Teatro de Almada).
Achámos que não faria sentido esta realização sem a componente teatral (além destes dois números da minha autoria, também estava prevista uma breve passagem teatral pela “História da Avózinha”, peça da autoria de António Henriques que visitou os palcos incríveis durante a comemoração do Centenário da Incrível Almadense, em 1948).
Como já disse anteriormente, encarámos a situação sem dramas, pois nem todas as pessoas sentem as mesmas coisas e têm as mesmas vontades, a vida é mesmo assim.
A única coisa que poderei acrescentar, é que eu e o Carlos tentámos homenagear e recordar António Henriques da melhor forma possível, como grande figura de Almada e da Incrível Almadense neste bonito ano de 2015.
E acreditamos que ele estará feliz por ter voltado, ainda que só por alguns instantes, à sua e nossa Incrível.

                                                       Luís Alves Milheiro

(texto publicado no final do caderno com os quadros teatrais)

20/09/15

Poemas com Dedicatória (2)


António, Um Homem Incrível


António, olho para ti como a Alma Incrível
O Homem que fez com que tudo seja possível.

O músico da banda do brilho e glória
O dirigente da excelsa memória
A voz exaltante da nossa história.
O melhor exemplo desta paixão
Que nos enche e irradia o coração
E faz com que nunca digamos, não,
À nossa Incrível, casa de fraternidade
Farta em rostos que irradiam amizade
E onde sempre se respirou liberdade.

António estás sempre presente na Incrível
És o único que permanece insubstituível.
  

       Luís Milheiro

22/06/15

A Cerimónia de Abertura das Comemorações do Centenário


A Cerimónia de Abertura das Comemorações do Centenário de António Henriques decorreu da melhor maneira, na tarde de sábado, 20 de Junho, no Salão de Festas da Incrível Almadense.
A sessão apresentada por Luís Milheiro, um dos autores da biografia de António Henriques, lançada durante a tarde, juntamente com um cd, também editado em sua homenagem - com uma canção, um fado ("O Fado Incrível") e um poema, com letras de Orlando Laranjeiro (que apresentou a biografia) músicas de João Fernando e interpretados por Luísa Basto -, iniciou-se com a actuação do quarteto de saxofones da Banda da Incrível (o instrumento de sempre de António Henriques como músico Incrível...).


Seguiu-se o Cénico da Incrível Almadense (Francisco, Mara e Margarida), que declamou três poemas da autoria de António Henriques.
Depois foi a vez de Orlando Laranjeiro fazer a apresentação da biografia de António Henriques, enaltecendo o papel deste grande associativista almadense no seio da Incrível e na Vila de Almada e agradecendo aos autores e amigos a honra de ter escrito o prefácio da obra e fazer a sua apresentação pública.


Após a intervenção de Orlando foi formada a Mesa de Honra composta por Joaquim Judas (presidente da Câmara Municipal de Almada), António Matos (vereador da Cultura da Câmara Municipal de Almada), José Luís Tavares (presidente da direcção da Incrível Almadense), Jorge Rocha (representante da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto) e Carlos Guilherme Sanches de Almeida, numa tripla função: co-autor da obra, membro da comissão executiva das Comemorações e filho de António Henriques.


Após as intervenções dos membros da mesa, a Cerimónia de Abertura das Comemorações foi encerrada com a bonita voz de Luísa Basto, acompanhada à guitarra de Manuel Gomes e à viola de Fernando Gomes. Foi bonito escutar pela primeira vez, ao vivo, no Salão de Festas da Incrível, o "Fado da Incrível". E não podemos deixar de focar a sua excelente interpretação de "Povo que Lavas no Rio", fado popularizado por Amália Rodrigues.
A festa de homenagem a António Henriques não podia ter fechado de melhor maneira.

18/06/15

A Capa da Biografia de António Henriques


A capa da biografia de António Henriques, que iremos lançar no próximo sábado, às 16 horas, no Salão de Festas da Incrível Almadense, foi escolhida pelos autores, muito  pelo seu simbolismo. 

Além das quatro fotos de António Henriques, que marcam quatro momentos distintos da sua vida (a juventude, a idade adulta, a maturidade e o começo do fim...), como fundo de capa escolheu-se a bandeira do centenário da Incrível, criada por ele...

Foram ainda escolhidos dois extractos de textos (já publicados no blogue na série "Palavras dos Outros, 1 e 2) de Fernando Barão e de Orlando Laranjeiro, para a contracapa, pela importância da sua mensagem.

14/06/15