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07/08/19

Hoje é Dia de Recordar e de Festejar


Porque hoje é dia de recordar e de festejar mais um aniversário de António Henriques, publicamos um poema de Luís Alves Milheiro, escrito em sua homenagem:


António, Um Homem Incrível
  
António, olho para ti como a Alma Incrível
O Homem que fez com que tudo seja possível.

O músico da banda do brilho e glória
O dirigente da excelsa memória
A voz exaltante da nossa história.
O melhor exemplo desta paixão
Que nos enche e irradia o coração
E faz com que nunca digamos, não,
À nossa Incrível, casa de fraternidade
Farta em rostos que irradiam amizade
E onde sempre se respirou liberdade.

António estás sempre presente na Incrível
És o único que permanece insubstituível.



(Fotografia de Clara Mestre - Luís Milheiro e Carlos Guilherme, filho de António Henriques, na sede da SCALA)

07/08/18

António Henriques, 103 Anos Depois (com Orlando Laranjeiro)...


Passa hoje mais um aniversário de António Henriques, o 103.º, que por não ser um número redondo, passa quase esquecido.

Quem também faz anos hoje é Orlando Laranjeiro (88), que lhe dedicou este poema:


Um Nome Imortal

António Henriques
É nome de história
Que perpetua a memória
Da nossa vida colectiva
É nome de dirigente
Empenhado e intransigente
Na sua filosofia associativa

António Henriques
É nome de paixão
Amor e dedicação
À sua eterna Colectividade
É nome de músico e artista
Historiador e publicista
Da cidadania e liberdade

António Henriques
É um nome inesquecível
Orgulho da sua Incrível
Exemplo que nos pertence
É um nome sempre actual
E uma figura imortal
Do Associativismo Almadense

                              Orlando Laranjeiro

                                       (Fevereiro de 2015)

Esta foi a forma que escolhemos para homenagear estes dois grandes Almadenses e Incríveis)

01/11/15

António Henriques de Regresso ao Cine-Teatro Incrível


Ontem a "Poesia Vadia" instalou-se no hall de entrada do Cine-Teatro Incríivel, gerido pela Associação Alma Danada, com o dedo da SCALA, uma associação cultural que não consegue estar quieta. E como não podia deixar de ser, nem faltou a "aparição" de António Henriques.


Além da poesia (de e sobre o homenageado), houve também conversas sobre o associativismo de ontem e de hoje, e claro sobre a Incrível (também com poesia à sua volta) para desespero daqueles que preferem a declamação a uma boa conversa.


O balanço esse é muito positivo, pois muitos dos presentes (quase três dezenas de amantes de poesia) não faziam ideia de quem era António Henriques. Além de declamarem e ouvirem os seus poemas escolhidos, saíram do velho Cinema da Incrível mais enriquecidos sobre a história de Almada, que é feita sobretudo com pessoas como o grande António.

29/10/15

"Poesia Vadia" no CIne-Incrível


No próximo sábado, 31 de Outubro, às 15 horas  realiza-se uma sessão de Poesia Vadia no  Cine-Incrível (rua Capitão Leitão, nº 1), organizada pela SCALA e pela Almadanada.

Haverá também um momento de homenagem a António Henriques, em que serão declamados poemas escritos por ele e inspirados na sua vida e obra.

Será mais uma boa oportunidade para recordar este grande Incrível, que surge na fotografia com um cigarro na mão, na entrada do edifício do Cine-teatro da Incrível, bem diferente dos nossos dias...

22/09/15

Poemas com Dedicatória (3)


Para o António Henriques

Foi no reinado de Dona Maria Segunda.
E havendo já alguns antecedentes,
As filarmónicas começavam as suas natalidades.
Há uma imagem já profunda
De futuros compromissos atraentes,
Que iriam desaguar em Liberdades.

Em Almada, a primeira, a Cabralista,
Criada para servir a política,
Apareceu de uma forma inusitada:
Só tocava para a direita Cartista.
Era uma coisa tão monolítica
Que acabou seus desígnios à pedrada…

Dois anos mais tarde, em quarenta e oito,
Após umas lotarias tão desafortunadas
Entrou-se no “põe aí” como quotização.
Era um plano já muito afoito,
A modos de se fazer uma jangada
Que levasse a bom porto de salvação

E p’rá frente era o caminho
- Aqueles homens não eram gente de torcer –
Teriam de fomentar uma questão plausível
Que seria a construção do próprio ninho
Um ninho que desse mui trabalho e mui prazer
E que nunca fosse razão Incrível.

Se Incrível ficou na posteridade
Foi um desafio para o futuro,
Para outros que haveriam de surgir,
Pois só assim desfilaram, perante essa Sociedade
Anónimos que elaboraram trabalho muito duro
E deram grandes lições de fraternidade.

Mais tarde, surgiu o António Henriques,
Que removeu montanhas e descobriu papeis
Para escrever uma história gloriosa.
E, sozinho, sem criar despiques,
Mostrou que além de Henriques, pai dos reis,
Havia outro, o da Incrível tão ditosa.

Nasceu para isso o nosso amigo:
Para o amor, para o afã, p’ra sua Incrível,
Para estar bem junto a este povo tão esquecido,
Porque, qualquer dom nasceu consigo
Na demonstração de que tudo aquilo era crível
E que Portugal tinha ficado enriquecido.


                                     Fernando Barão

20/09/15

Poemas com Dedicatória (2)


António, Um Homem Incrível


António, olho para ti como a Alma Incrível
O Homem que fez com que tudo seja possível.

O músico da banda do brilho e glória
O dirigente da excelsa memória
A voz exaltante da nossa história.
O melhor exemplo desta paixão
Que nos enche e irradia o coração
E faz com que nunca digamos, não,
À nossa Incrível, casa de fraternidade
Farta em rostos que irradiam amizade
E onde sempre se respirou liberdade.

António estás sempre presente na Incrível
És o único que permanece insubstituível.
  

       Luís Milheiro

18/09/15

Poemas com Dedicatória (1)


Um Nome Imortal

António Henriques
É nome de história
Que perpetua a memória
Da nossa vida colectiva
É nome de dirigente
Empenhado e intransigente
Na sua filosofia associativa

António Henriques
É nome de paixão
Amor e dedicação
À sua eterna Colectividade
É nome de músico e artista
Historiador e publicista
Da cidadania e liberdade

António Henriques
É um nome inesquecível
Orgulho da sua Incrível
Exemplo que nos pertence
É um nome sempre actual
E uma figura imortal
Do Associativismo Almadense


                            Orlando Laranjeiro

08/09/15

António Henriques Poeta


António Henriques também escreveu poesia, como o "Cântico ao 1º Centenário", escrito quando a S.F. Incrível Almadense comemorou os seus primeiros 100 anos de Vida. Poema que reproduzimos com a devida vénia:


Cântico ao 1º Centenário

“Incrível” idolatrada,
gloriosa e triunfante,
honras a vila de Almada
p’lo teu passado brilhante.
Co’as tradições liberais
luminosas de verdade,
nasceram teus ideais
ao clarão da liberdade!

 (coro)
Velhinha, mimosa flor,
de beleza sonhadora,
venha a nós o teu amor
na magia redentora
do Belo, do Verdadeiro
e do Bem, oh nossa amada!
Símbolo tão altaneiro
do alto nome de Almada!

(coro)
Bandeira cheia de glória,
vai p’ra ti esta oração:
«Que as estrelas da vitória
da Arte e da Instrução
te façam sempre intangível,
toda firmeza e vontade
p’ra que a nossa qu’rida “Incrível”
outros cem conte de idade!»

Recordar, recordar
O nobre dia lendário!
Aclamar, aclamar
Seu primeiro centenário!


 (António Henriques é o primeiro da direita na foto)

19/06/15

O CD do Centenário de António Henriques


A par da biografia  de António Henriques, também será apresentado amanhã um cd com uma canção ("Almada Terra Coragem"), um fado ("Fado Incrível") e um poema, com  letras de Orlando Laranjeiro, música de João Fernando e voz de Luísa Basto (a excepção é o poema "Um Nome Imortal", declamado por Orlando Laranjeiro).