01/04/16

António Henriques Sempre Presente


Embora a Comissão Organizadora do Centenário de António Henriques tenha sido extinta, naturalmente, após as comemorações que homenagearam este grande Almadense, informamos que o blogue continuará atento e divulgará informações e outros dados que ache importante serem transmitidos para todos aqueles que se interessam pela História de Almada, pelo Associativismo e pela vida e obra de António Henriques.

(Fotografia de Luís Eme)

31/12/15

A Princesa que António Henriques não Conheceu...

Para fecharmos com "chave de ouro" a parte informativa do blogue sobre as Comemorações do Centenário de António Henriques, publicamos a fotografia da sua bisneta, Maria do Mar, com a sua biografia nas mãos, escrita pelo avô, Carlos Guilherme e por Luís Milheiro.


O seu bonito sorriso diz tudo...

Aproveitamos para deixar aqui também um agradecimento especial a todos aqueles que colaboraram nas comemorações do Centenário de António Henriques, tornando-a mais digna e enriquecedora para o Concelho de Almada, que tanto se orgulha da sua história e das suas gentes.

29/12/15

António Henriques em Família


António Henriques, a esposa, Lídia Sanches, e o filho, Carlos Guilherme...


Jantar em família de António Henriques com a esposa, o filho e a nora, Maria de Fátima...


António Henriques, a esposa e o neto, Nuno Alexandre...

15/12/15

A Boa Colheita Cultural de 1915


António Henriques está muito bem acompanhado, nesse já longínquo ano de 1915. Ano em que nasceu muito boa gente que continua a ser reconhecida e idolatrada pelo seu talento artístico.



Na MÚSICA nos últimos dias têm sido recordados os êxitos de Frank Sinatra, uma das grandes vozes do século vinte, sem sombra de dúvida. Mas também poderíamos recordar a singularidade de Billie HolidayEdith Piaf  ou o talento instrumental de Muddy Waters, ou Ewan Mac Coll.


No CINEMA à bela e talentosa Ingrid Bergman, juntam-se Orson Welles, actor e realizador de excepção, o enigmático Yul Brynner ou o multifacetado Anthony Quinn.

Na LITERATURA surge-nos o poeta português, Ruy Cinatti, o dramaturgo norte-americano, Arthur Miller, o filósofo francês, Roland Barthes, o escritor americano  Saul Bellow ou o filólogo brasileiro António Houaiss.

Nas ARTES PLÁSTICAS temos os portugueses Luís Dourdil e Frederico George e o brasileiro Vilanova Artigas.

No JORNALISMO há um nome especial, António Paulouro, que fundou o "Jornal do Fundão", que foi um marco de resistência cultural durante a ditadura portuguesa.

Na POLÍTICA também há alguns nomes que se destacaram entre nós: Virgínia Moura, António Dias Lourenço ou Silvério Marques.


E no DESPORTO há um nome que diz muito aos almadenses, António Calado, o primeiro grande atleta de nível nacional, campeão e recordista nacional, que participou nos Europeus de atletismo que se realizaram em Paris em 1938, onde se deslocou sozinho e acabaria por bater o recorde nacional da corrida de 800 metros, algo que só viria a saber em 1990...

01/11/15

António Henriques de Regresso ao Cine-Teatro Incrível


Ontem a "Poesia Vadia" instalou-se no hall de entrada do Cine-Teatro Incríivel, gerido pela Associação Alma Danada, com o dedo da SCALA, uma associação cultural que não consegue estar quieta. E como não podia deixar de ser, nem faltou a "aparição" de António Henriques.


Além da poesia (de e sobre o homenageado), houve também conversas sobre o associativismo de ontem e de hoje, e claro sobre a Incrível (também com poesia à sua volta) para desespero daqueles que preferem a declamação a uma boa conversa.


O balanço esse é muito positivo, pois muitos dos presentes (quase três dezenas de amantes de poesia) não faziam ideia de quem era António Henriques. Além de declamarem e ouvirem os seus poemas escolhidos, saíram do velho Cinema da Incrível mais enriquecidos sobre a história de Almada, que é feita sobretudo com pessoas como o grande António.

29/10/15

"Poesia Vadia" no CIne-Incrível


No próximo sábado, 31 de Outubro, às 15 horas  realiza-se uma sessão de Poesia Vadia no  Cine-Incrível (rua Capitão Leitão, nº 1), organizada pela SCALA e pela Almadanada.

Haverá também um momento de homenagem a António Henriques, em que serão declamados poemas escritos por ele e inspirados na sua vida e obra.

Será mais uma boa oportunidade para recordar este grande Incrível, que surge na fotografia com um cigarro na mão, na entrada do edifício do Cine-teatro da Incrível, bem diferente dos nossos dias...

27/10/15

A Ti Te Devo, "Incrível"!


Uma das coisas mais bonitas que António Henriques escreveu foi o conto autobiográfico, "A Ti Te Devo, Incrível", premiado nos III Jogos Florais da Incrível (1965) e publicado no boletim "O Incrível" de 1 de Outubro de 1967.

Luís Milheiro organizou um caderno com esta história e  na sua Nota de Abertura abre um pouco o véu: «[...] E começa de uma forma sublime, com António a recuar no tempo, a olhar-se ao espelho e a descobrir o menino frágil, de olhar triste, que da janela da sua casa, na Rua de Oliveira (hoje Rua Comandante António Feio), escutava com atenção alguns jovens operários que passavam, que no meio das suas conversas soltavam a palavra mágica: INCRÍVEL. O mesmo menino que numa tarde de Agosto, com os seus dez anos, se resolve aventurar e conhecer a tal Sociedade Filarmónica, "Incrível", que tanto o fazia sonhar [...].»

25/10/15

António Henriques Homenageado na Incrível


Ontem à tarde o Salão de Festas da Incrível Almadense acolheu mais uma sessão pública de homenagem a António Henriques, que tinha como principal atractivo uma conferência do historiador almadense, Alexandre M. Flores.

Cristina Azevedo dirigiu  a sessão que se iniciou com a actuação da Banda Filarmónica da Incrível Almadense, dirigida pela maestrina Fátima Pires, que tocou três temas ("Hino da Incrível", "Canto o Fado" e "Dunas").

De seguida foi projectado um pequeno conjunto de imagens sobre a vida de António Henriques e também excertos de um filme realizado pelo Município de Almada em 1993, com montagem de Fernando Viana.

A mesa de honra foi constituída por Carlos Guilherme (filho do homenageado e membro da Comissão Organizadora), José Manuel Maia (presidente da Mesa da Assembleia Geral), Alexandre M. Flores (historiador), Augusto Flor (presidente da CPCCRD), José Luís Tavares (presidente da Direcção da Incrível), Augusto Guaparrão dos Santos (presidente da Mesa da Assembleia Geral da Incrível) e João Geraldes (representante do Presidente do Município).


O historiador Alexandre M. Flores na sua conferência sobre António Henriques, focou alguns dos aspectos mais importantes da sua vida, assim como da amizade que os uniu. Deu um particular ênfase à procura incessante de António Henriques pelos fundadores da Incrível, que nunca conseguiu ser concretizada, apesar das várias pistas e apoio do historiador almadense.


Das várias intervenções dos membros da mesa de honra, salientamos a de Carlos Guilherme, que além de ter procurado fazer um historial das Comemorações do Centenário de António Henriques, também fez os agradecimentos devidos a todos aqueles que o apoiaram e que ajudaram a que esta homenagem fosse digna para Almada e para a Incrível Almadense.

24/10/15

Os Cem Sócios da Incrível que Subscreveram a Aquisição da Placa


A Placa de Homenagem a António Henriques


Poucos minutos depois da 15.30 horas, a placa de homenagem a António Henriques foi descerrada, perante os aplausos dos presentes.


Foi dito pelo presidente da direcção da Incrível, houve alguém que teve a ideia, e depois houve cem sócios que se associaram à iniciativa, de uma forma simbólica por se tratar da Comemoração do Centenário do Nascimento de António Henriques.

Mas como esse alguém tem nome, é Luís Milheiro, que não só teve a ideia como andou atrás dos associados da Incrível para chegar ao "número mágico": 100.  E como somos gratos.

Obrigado, Luís!